11 governadores deixam cargos para disputar eleições de 2026; dois vão à corrida presidencial
Um total de 11 governadores renunciaram aos cargos para disputar as eleições de 2026, atendendo à regra de desincompatibilização da Justiça Eleitoral, que exige o afastamento de chefes do Executivo até seis meses antes do primeiro turno. A maior parte dos ex-governadores pretende concorrer ao Senado, enquanto dois nomes já se colocam na disputa pela Presidência da República.
Entre os que deixam o cargo estão Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (PSD-GO), ambos pré-candidatos à Presidência. Também renunciaram Ibaneis Rocha (MDB-DF), Helder Barbalho (MDB-PA), João Azevêdo (PSB-PB), Mauro Mendes (União-MT), Renato Casagrande (PSB-ES), Gladson Cameli (PP-AC), Antônio Denarium (PP-RR) e Cláudio Castro (PL-RJ), todos com intenção de disputar uma vaga no Senado. Já Wilson Lima (União-AM) deixou o cargo, mas ainda não definiu qual cargo irá disputar.
Com as saídas, os vice-governadores assumem o comando dos estados e, em muitos casos, devem concorrer à reeleição para manter o grupo político no poder. A exceção é o Rio de Janeiro, onde não há vice no cargo. Nesse caso, será necessário definir um novo governador para um mandato-tampão até o fim de 2026, modelo que ainda será decidido pelo Supremo Tribunal Federal.
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