O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na tarde desta quarta-feira (30) o decreto que formaliza a tarifa de 50% aos produtos importados do Brasil. No entanto, uma série de itens ficou isenta das tarifas adicionais.
Enquanto alguns setores foram diretamente atingidos pela medida, o decreto isentou cerca de 700 produtos estratégicos para os EUA, como os dos setores aeronáutico, energético e parte do agronegócio. A entrada em vigor da nova alíquota foi adiada do dia 1º para 6 de agosto.
Assim, o alcance do tarifaço de 50% determinado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi menos severo do que se esperava, mas por pressões internas. A avaliação é do economista Paulo Duarte, da Valor Investimentos, um dia após a divulgação do decreto com as novas tarifas.
“Essa reversão sobre alguns produtos ocorreu muito mais por pressões internas de empresários e até de parte do governo americano, diante dos impactos que isso traria à economia interna, como inflação e outros efeitos, do que por iniciativa do governo brasileiro”, analisou o economista.
Ele afirmou também que uma possível retaliação por parte do governo brasileiro, como o uso da Lei da Reciprocidade, seria um erro estratégico.
Com o decreto de Donald Trump, pão, gasolina, medicamentos e eletrônicos devem ter aumento de preço nas próximas semanas. Isso acontece por que, se houver uma redução nas exportações brasileiras para os Estados Unidos, a tendência é que entrem menos dólares no país – e, consequentemente, o real fique desvalorizado em relação à moeda norte-americana.
Gasolina e o diesel podem ficar mais caros, pois petróleo e derivados são cotados em dólar. Produtos importados – eletrônicos, peças de carro, medicamentos e alimentos – também podem subir de preço.
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