Ataque de EUA e Israel mata líder supremo do Irã e amplia tensão no Oriente Médio
Um ataque coordenado de Estados Unidos e Israel contra o Irã, no sábado (28), matou o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, e outros integrantes da cúpula militar do país, provocando forte escalada no Oriente Médio. Também morreram o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, o ministro da Defesa e o comandante da Guarda Revolucionária, segundo a mídia estatal iraniana.
Explosões foram registradas em Teerã e em outras cidades. O Exército israelense afirmou ter atingido centenas de alvos militares. De acordo com a imprensa iraniana, ao menos 201 pessoas morreram e 747 ficaram feridas. Entre os alvos atingidos estaria uma escola no sul do país, com mais de 100 mortos, segundo autoridades iranianas.
Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel e contra bases americanas na região. Houve registros de mortos e feridos em Israel e em países do Golfo. Sistemas de defesa foram acionados e novos ataques foram registrados no domingo (1º).
O confronto tem como pano de fundo o programa nuclear iraniano. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a ofensiva busca impedir que o Irã desenvolva armas nucleares. Após a morte de Khamenei, o país anunciou um líder interino. O presidente iraniano classificou o ataque como “declaração de guerra”.
Apesar da escalada, Trump disse que a nova liderança iraniana sinalizou interesse em retomar negociações, mas não informou quando isso poderá ocorrer. A crise aumenta o risco de ampliação do conflito na região.
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