Nova Serrana Política

Câmara de Nova Serrana se prepara para escolher novo presidente; dois vereadores movimentam bastidores

  • outubro 5, 2026
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Câmara de Nova Serrana se prepara para escolher novo presidente; dois vereadores movimentam bastidores

A Câmara Municipal de Nova Serrana vai mudar de comando em 2027. A escolha da próxima Mesa Diretora acontece nesta segunda-feira (5), em uma votação que deve definir quem ficará à frente do Legislativo no próximo ano.

A disputa ganha força porque o atual presidente, Guilherme Bueno Lemos, está encerrando o período à frente da Casa. Ele comandou a Câmara em 2025 e foi reconduzido para o cargo na eleição que definiu a Mesa de 2026. A composição atual também conta com Kaio Rodrigues como 1º vice-presidente, Ricardo Tobias como 2º vice, Tainá Zumerli na 1ª Secretaria e Laércio Amaral na 2ª Secretaria.

Com a sucessão aberta, dois nomes passaram a circular com mais força entre os vereadores: Cleiton Surf Star, que integra a base de apoio ao prefeito Fábio Avelar, e Kaio Rodrigues, apontado nos bastidores como um nome ligado ao campo de oposição.

Os dois já ocupam posições relevantes dentro do Legislativo. Cleiton Surf Star preside atualmente a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Empreendedorismo e Relações de Consumo. Kaio Rodrigues, por sua vez, é o 1º vice-presidente da Câmara e preside a Comissão de Meio Ambiente, Defesa Animal, Política Urbana e Administração Pública.

A eleição será feita pelos 17 vereadores que compõem a Câmara. Por isso, a construção de maioria passa necessariamente pelas conversas entre os parlamentares nos dias que antecedem a votação.

Mais do que uma troca administrativa, a escolha define quem terá a responsabilidade de conduzir as sessões, organizar a pauta legislativa e representar institucionalmente o Legislativo municipal durante 2027.

A votação da nova Mesa Diretora está prevista para esta segunda-feira (5), durante a reunião ordinária. Até a votação, a composição dos apoios ainda pode mudar. A tendência é que a disputa seja decidida pela capacidade de cada candidato de reunir votos dentro do próprio Legislativo.