Fiemg diz que ‘negociação é o melhor caminho’ para resolver taxação de Trump sobre aço e alumínio
Os Estados Unidos implementaram nesta quarta-feira (12) tarifas de 25% em importações de aço e alumínio. A decisão do presidente Donald Trump foi ratificada na última semana durante discurso no Congresso e afeta a produção brasileira.
No entanto, segundo a avaliação da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), o cenário poderia colocar os países “em condições de concorrência mais equilibradas”.
De acordo com o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, o Brasil pode chegar a conseguir vantagem competitiva, mas a “negociação é o melhor caminho”. “Se houver um acordo, a tendência é de que a exportação de aço brasileiro aumente para os Estados Unidos, com um cenário positivo”, disse.
Ele, no entanto, afirmou que “se o bom senso não prevalecer, haverá consequências” para parte da indústria nacional, especialmente a mineira.
Em janeiro de 2024, as exportações de aço brasileiro para os EUA atingiram um recorde de 531 mil toneladas, e o Brasil vendeu 4 milhões de toneladas no ano, o maior volume desde 2017, com Minas Gerais contribuindo com 30% da produção nacional. A Câmara Americana de Comércio pediu uma solução para preservar o comércio bilateral, enquanto o presidente Lula sugeriu que o Brasil poderia reagir comercialmente, incluindo ações na OMC ou taxando produtos dos EUA, em resposta à taxação imposta pelos americanos.
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