‘Lista suja’ do trabalho escravo: 11 cidades do Centro-Oeste de Minas aparecem na atualização de outubro
O governo federal atualizou, na segunda-feira (6), a chamada lista suja do trabalho escravo, que reúne os nomes de empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão. Minas Gerais é o estado com o maior número de empregadores incluídos.
Nesta edição, 11 cidades do Centro-Oeste de Minas aparecem no levantamento: Abaeté (3 registros), Araújos (2), Bambuí (13), Candeias (6), Cláudio (30), Córrego Danta (26), Divinópolis (14), Estrela do Indaiá (2), Luz (21), Perdigão (11) e São Gonçalo do Pará (8).
A atualização da lista é realizada semestralmente, nos meses de abril e outubro, e tem como objetivo dar transparência aos atos administrativos que decorrem das ações fiscais de combate ao trabalho análogo à escravidão, segundo o Ministério do Trabalho.
Os nomes dos empregadores só são adicionados ao cadastro após a conclusão do processo administrativo, quando há uma decisão definitiva e sem possibilidade de recurso. Cada nome permanece publicado por dois anos. Entenda mais abaixo.
159 empregadores foram adicionados ao cadastro nacional, o que representa um aumento de 20% em relação à última atualização. Desse total, 101 são pessoas físicas e 58 são empresas.
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