Rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, completa 11 anos nesta quinta-feira
O rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, completa 11 anos nesta quinta-feira (5). O desastre, ocorrido em 5 de novembro de 2015, matou 19 pessoas e lançou mais de 40 milhões de metros cúbicos de rejeitos de minério na bacia do Rio Doce.
Mais de uma década depois, famílias atingidas seguem cobrando justiça e reparação. Às 10h, a Comissão de Atingidos e Atingidas pela Barragem de Fundão promove uma missa e caminhada no território Bento de Origem, área devastada pela lama. Os atos têm como lema “11 anos de um crime, 11 anos de luta”.
Na quarta-feira (4), a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou uma audiência pública para discutir os impactos do desastre. Durante a sessão, os participantes fizeram um minuto de silêncio por Edmirson José Pessoa, funcionário da Samarco e única vítima cujo corpo ainda não foi localizado.
Mônica dos Santos, moradora de Bento Rodrigues e integrante da Comissão dos Atingidos, afirmou que as famílias temem ser esquecidas e perder espaço nas decisões sobre a reparação.
O rompimento ocorreu por volta das 16h, em uma estrutura da Samarco localizada no distrito de Bento Rodrigues, a cerca de 35 quilômetros do centro de Mariana. A lama atingiu comunidades, contaminou a bacia do Rio Doce em Minas Gerais e no Espírito Santo e chegou ao mar. Mais de 600 pessoas ficaram desabrigadas.
O desastre é considerado a maior tragédia ambiental do Brasil. Onze anos depois, a luta por justiça e pela reparação dos danos continua.
Onze estudantes, todos com 12 anos, ficaram feridos após um acidente durante uma feira de
Um homem de 24 anos apontado como gerente de pontos de venda de drogas ligados
O Corpo de Bombeiros atendeu a 178 ocorrências relacionadas ao período chuvoso em Minas Gerais
A programação da 14ª Feira Literária de Nova Serrana (Flins) movimenta a Praça Verde nesta