União Europeia aprova acordo comercial com Mercosul após mais de 25 anos de negociações
Uma maioria qualificada dos países da União Europeia aprovou, nesta sexta-feira (9), o acordo de livre comércio com o Mercosul, segundo informações de agências internacionais. O tratado vinha sendo negociado desde 1999 e enfrenta críticas de setores agropecuários europeus, especialmente na França.
Com a aprovação, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, poderá viajar a Assunção, no Paraguai, para assinar o acordo na próxima segunda-feira (12). O tratado vincula a União Europeia a Argentina, Brasil, Uruguai e Paraguai.
Apesar do avanço, o acordo ainda não entra em vigor imediatamente. Do lado europeu, o texto precisa do aval do Parlamento Europeu, onde a aprovação é considerada incerta. Cerca de 150 eurodeputados já sinalizaram que podem recorrer à Justiça contra o pacto.
O acordo prevê a criação da maior zona de livre comércio do mundo, com mais de 700 milhões de consumidores, e a eliminação de tarifas sobre mais de 90% do comércio bilateral. Enquanto países como Espanha e Alemanha defendem que o tratado amplia oportunidades comerciais e reduz a dependência da UE em relação à China e aos Estados Unidos, críticos afirmam que o mercado europeu pode ser prejudicado pela entrada de produtos agrícolas sul-americanos mais competitivos.
Para minimizar a resistência, a Comissão Europeia anunciou concessões e salvaguardas ao setor agropecuário, incluindo limites de cotas, mecanismos de investigação por concorrência desleal e regras mais rígidas sobre resíduos de pesticidas em produtos importados.
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