Brasil recebe líderes do Brics em meio a tensões globais
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu neste domingo (6) a 17ª Cúpula do Brics, no Rio de Janeiro, com a presença de líderes de nove países. Em seu discurso, Lula destacou a gravidade do cenário internacional, que, segundo ele, é um dos mais adversos desde a Segunda Guerra Mundial. Criticou os conflitos armados, o aumento dos gastos militares pela Otan e classificou a guerra na Faixa de Gaza como “genocídio”. Também condenou violações à integridade territorial no Irã e na Ucrânia.
A declaração conjunta da cúpula defende a criação de uma governança global para o uso responsável da Inteligência Artificial, com foco em acesso inclusivo e mitigação de riscos. Os países também reiteraram a necessidade de reformar o Conselho de Segurança da ONU, buscando maior representatividade do Sul Global.
Outro ponto de destaque foi a defesa da solução de dois Estados no conflito entre Israel e Palestina. A entrada recente do Irã no bloco gerou impasses nos bastidores, uma vez que o país não reconhece o Estado de Israel.
O documento também rechaçou medidas protecionistas e tarifas unilaterais que afetam o comércio global, sem mencionar diretamente os Estados Unidos. Os países do Brics prometeram lutar por um sistema tributário internacional mais justo, transparente e progressivo, contribuindo para a redução das desigualdades.
Na área ambiental e social, a cúpula reforçou o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a necessidade de combater o racismo, a xenofobia e outras formas de discriminação. O documento alertou ainda para o aumento do discurso de ódio, da desinformação e das fake news, apontando esses fenômenos como ameaças à estabilidade global.
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