Nova Serrana

ACMA: acolhimento, convivência e oportunidades que transformam

  • outubro 13, 2026
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ACMA: acolhimento, convivência e oportunidades que transformam

A Associação Beneficente Conceição Maria do Amaral (ACMA) iniciou sua trajetória em 1995, a partir da iniciativa de um grupo de amigas que se uniu para oferecer sopa à população de baixa renda de Nova Serrana. Com o passar dos anos, o trabalho cresceu e, em 1999, a instituição foi formalizada, dando continuidade a uma história construída com dedicação, solidariedade e compromisso com a comunidade.

Desde então, a ACMA vem ampliando suas ações e, atualmente, desenvolve um trabalho voltado à assistência social, promovendo acolhimento, convivência e fortalecimento de vínculos. A instituição oferece atividades para crianças, adolescentes, pessoas idosas e famílias, criando espaços de aprendizado, participação, troca de experiências e desenvolvimento de novas habilidades.

Entre as atividades realizadas estão oficinas de capoeira, desenho, informática, Pilates, atividades recreativas e grupos de reflexão, que proporcionam aos participantes novas experiências e oportunidades de aprendizado, além de momentos de convivência e interação.

Mais do que oferecer atividades, a ACMA busca desenvolver um trabalho humanizado, valorizando cada pessoa, sua história e suas potencialidades. A proposta é criar um ambiente de acolhimento e pertencimento, onde crianças, adolescentes e idosos possam aprender, participar, construir relações e descobrir novas possibilidades.

Ao longo de sua trajetória, a Associação também promove momentos de integração com a comunidade, como a Festa da Família e o Arraiá da ACMA, que reúnem participantes, familiares, colaboradores e parceiros em momentos de celebração, convivência e fortalecimento dos laços.

A ACMA tem como missão promover a inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social por meio de projetos, programas, serviços e atividades sociais, culturais, recreativas, artísticas e esportivas, contribuindo para a redução das desigualdades e para a formação de cidadãos autônomos e protagonistas de suas histórias.